PRISÃO DE EDUARDO CUNHA ACELERA OS BATIMENTOS CARDÍACOS DE TODOS OS ENVOLVIDOS


A prisão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) produz dois efeitos no meio político – um imediato e outro de médio prazo. O imediato: generaliza o pânico na República. O efeito de médio prazo: esvazia o discurso do PT de que a Lava Jato foi concebida para destruí-lo, e somente a ele.

Ele não é apenas mais um político de peso a cair nas garras do juiz Sérgio Moro. Ele é “o político”, a levar-se em conta tudo o que sabe e tudo o que pode delatar. Nada, por ora, se compara à captura de Cunha.

O impacto da prisão foi imediato. Brasília tremeu diante da possibilidade de Cunha vir a fechar um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Lava Jato.

Nos bastidores, especula-se que o peemedebista teria informações que podem comprometer pelo menos 160 deputados federais, um ministro e outras autoridades. E que, se isso ocorrer, o governo do presidente Michel Temer (PMDB) poderia ficar inviabilizado.
PRISÃO DE EDUARDO CUNHA ACELERA OS BATIMENTOS CARDÍACOS DE TODOS OS ENVOLVIDOS PRISÃO DE EDUARDO CUNHA ACELERA OS BATIMENTOS CARDÍACOS DE TODOS OS ENVOLVIDOS Reviewed by Erivan Justino on 20 outubro Rating: 5
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Romário Bispo