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VIDA SIMPLES
Uma alma inexperiente
“Senhor, dá-me uma boa digestão e também alguma coisa para digerir. Dá-me a saúde do corpo e o bom humor necessário para mantê-la. Dá-me, Senhor, uma alma simples que saiba fazer tesouro de tudo aquilo que é bom e não se assuste diante do mal, mas ao contrário encontre sempre o modo de colocar as coisas no lugar. Dá-me uma alma que não conheça o tédio, os resmungos, os suspiros, os lamentos e não permita que me crucifique excessivamente por aquela coisa muito obstrutiva que se chama 'eu'. Dá-me, Senhor, o senso do bom humor. Concede-me a graça de compreender uma brincadeira para descobrir na vida um pouco de alegria e também fazê-la partícipe aos outros" (Santo Tomás Moro).
São Moro muito ensina-nos a conhecer a si, a amadurecer o espírito em simplicidade. Pois, uma alma inexperiente facilmente se deixa influenciar pelos transtornos, complexidades e energias negativas do meio; seduzir-se por paixões e falsas bandeiras políticas ou ideologias de líderes que querem “mudança” – quando se trata da velha e pura demagogia. Não à toa, raríssimo é ver uma alma sábia, madura e experiente, que se permita influenciar por espíritos soberbos e gananciosos. Ainda, uma alma madura é simples e exigente nas escolhas e caminhos. Do contrário, para uma alma faminta (inexperiente), todo amargo é doce.
         Por vezes, uma pessoa frágil, sem educação avançada, sem uma base segura de fé religiosa, sem dinheiro, sem posse, sem objetivo de vida, é banquete ideal para espíritos oportunistas e manipuladores. Qualquer ser humano que veja o noticiário ou observe os desventuras da violência no dia-a-dia das ruas, naturalmente, absorverá o meio pesado e destrutivo. Isso se explica através dos ensinamentos do Mestre Amor Jesus, que sempre se preocupou com a consciência do ser, com a capacidade crítica em a pessoa saber distinguir a moral cristã, da falsa moral; a indignação dos justos, das bravatas dos vingativos, materialistas e pedantes. Assim mesmo, é dizer da personalidade do ser quando procura amadurecer, e não apodrecer; procura saber, e não ignorar; procura compreender, e não simplesmente julgar – os outros, a si, a Deus e o meio ambiente.
       Logo, uma alma inexperiente cai nas tentações da falsa moral, da escolha da personalidade que lhe é útil por aliadismo, favoritismo (não vendo o coletivo). Daí esquece-se de quem verdadeiramente é; esquece-se de ouvir sua voz interior, seu coração; de meditar; de encontra-se a si mesma. A pessoa de mente barulhenta e perturbada desliga-se da própria alma. Não tarda, vem a depressão, a angustia, a negatividade do mundo atual.
Diego Rocha (Twitter: diego_roccha)
CONHEÇA MAIS UM ARTIGO ESCRITO POR "DIEGO ROCHA" CONHEÇA MAIS UM ARTIGO ESCRITO POR "DIEGO ROCHA" Reviewed by Erivan Justino on 02 agosto Rating: 5
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